Extração de unidade folicular

O próximo desenvolvimento notável no campo do transplante capilar ocorreu no início da década de 1950. Outro dermatologista habilidoso, Norman Orentreich, considerado o pai do transplante capilar moderno, começou a realizar experimentos na área. Ele tentou mover grupos de folículos capilares. Ele também descobriu que os folículos movidos podiam fazer crescer cabelo em áreas não saudáveis ou calvas. Como seu método envolvia grupos de folículos arrancados a cada punção, os resultados não eram tão naturais quanto se desejaria. Nas décadas seguintes, especialistas em todo o mundo desenvolveram novos métodos para obter melhores resultados, tornando as punções no couro cabeludo cada vez menores.
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Na tecnologia atual, três técnicas se tornaram populares entre os cirurgiões. Esses métodos são FUE, transplante de unidade folicular (FUT) e implante capilar direto (DHI). A FUE é um dos avanços mais recentes em técnicas de transplante capilar. Baseada nas primeiras descobertas de Shoji Okuda, essa técnica de remoção individual de unidades foliculares usando agulhas e punções dérmicas foi tentada pela primeira vez em 1989. No entanto, ainda levou algum tempo para ser aperfeiçoada e atingir a popularidade atual. Nas décadas seguintes, os punções e lâminas utilizados nessa técnica tornaram-se cada vez menores. Como o método FUE proporciona aos cirurgiões especializados uma capacidade precisa de tomada de decisão e o resultado parece natural, esse método é o mais popular das três principais técnicas na área de transplante capilar.